" Recebi de meu amigo, General PAULO CHAGAS, o texto abaixo. Acredito que em meio a tantos covardes, acomodados ou iludidos, esta análise competente do REAL estado do País, merece chegar ao conhecimento de todos. "
João Carlos Berka
MANIFESTO À NAÇÃO
ATUAIS AMEAÇAS AO
ESTADO BRASILEIRO
7 de setembro de 1822.
Nesse dia, com o Grito do Ipiranga, a Nação
Brasileira ganhou identidade, independência,
soberania e liberdade. Hoje,
corremos grande
risco de perdê-las.
CONSIDERAÇÕES
ESPECIAIS
Enfrenta a Nação Brasileira, neste instante, uma fase de
perigoso
retrocesso político, moral e intelectual, gerada por
acidentes históricos, de
caráter eleitoral, que submeteram o País ao poder de
interesses políticos,
conduzidos por lideranças contrárias aos valores
tradicionais da sociedade
brasileira.
Há mais de duas décadas, o que, a princípio,
vinha sendo anunciado
como “consolidação
da democracia” pelas “predestinadas” figuras de
líderes populistas
foi-se tornando visível, pela concretização das intenções
que moviam tal “consolidação democrática”, frustrando a
expectativa da
sociedade, por natureza, complacente.
Pequenos deslizes de natureza política deram lugar a
comprovados e,
portanto, deploráveis casos de corrupção aos olhos perplexos
da Nação que
esperava, inversamente, uma mudança drástica de
comportamento político,
ou seja, a valorização da competência, da responsabilidade,
da justiça e da
honestidade no trato da coisa pública.
A quantidade e a dimensão dos desvios administrativos
foram-se
agigantando de tal modo, que poucas palavras já não são
suficientes para
defini-los.
Resolveu, então, a Academia Brasileira de Defesa (ABD), por
intermédio de seus membros, fazer um levantamento das
distorções de
propósitos da tão propalada “consolidação democrática”, que
estão pondo
em risco a segurança e, em razão desse risco, a própria
integridade do
Estado Brasileiro.
A enumeração dos principais tópicos que se referem a essas
distorções desnuda os
inúmeros perigos que rondam, ameaçadoramente, a
soberania, a moral e o próprio Estado de Direito em nosso
País.
Arbitrou-se a ABD apresentar tais ameaças, agrupadas em
títulos
que, tradicionalmente, compõem o conjunto do Poder Nacional
de um
Estado.
EXPRESSÃO POLÍTICA
ABSOLUTISMO DO PODER
POLÍTICO
- Nepotismo
explícito e exagerado “aparelhamento”
político e ideológico
dos quadros públicos com a multiplicação de órgãos de
governo, ocupados
por militantes dos partidos vitoriosos e dos demais partidos
coligados,
mormente os cargos de
nível ministerial. Não se levando em conta a
meritocracia, é pertinente a afirmação de que a maioria
desses ocupantes
não apresenta a qualificação indispensável ao desempenho de
suas funções.
- Falência da imagem da “oposição” no legislativo federal,
caracterizando a
figura do “partido único”.
- Ausência de independência do Judiciário em relação ao
Executivo.
- Ostensiva cooptação
eleitoral por meio de distribuição de demagógicas
benesses financeiras com o dinheiro público
(“bolsa-família”, UNE,
indenizações políticas, MST, etc.).
CORRUPÇÃO PANDÊMICA E IMPUNIDADE
- Desonestidade e
total irresponsabilidade com o dinheiro público, nos
Poderes da República
– Executivo, Legislativo e
Judiciário, nos níveis
administrativos federal, estadual e municipal -, como também
nas empresas
públicas, nos fundos de pensão e nos partidos políticos, em
tal dimensão,
que inviabilizam qualquer tipo de empreendimento público,
considerados
os valores dos ilícitos cobrados, que variam de 4% a 50%.
- Crescente evasão
financeira em decorrência da desonestidade habitual na
gestão das responsabilidades públicas, o que, por sua vez,
concorre para
que sejam pagos, pela
sociedade brasileira, os maiores impostos do mundo
em relação aos de outros países.
- Ausência de
sanções político-criminais como penas de
reclusão, multas e
a devolução dos recursos desviados dos cofres públicos,
devido às espúrias
“blindagens” decorrentes do corporativismo e dos
alinhamentos político-ideológicos. A demissão e o afastamento da função são as
ú nicas sanções,
eventualmente adotadas, quando deveriam ser somente o início
do processo
punitivo.
ABUSO DA PRÁTICA DA “DIPLOMACIA
PRESIDENCIAL
- Desvirtuamento da
tradicional e respeitada diplomacia do Itamaraty pela
intromissão direta e indevida, do Presidente, em ações diplomáticas
executivas, quase sempre, desprezando o assessoramento dos
quadros
profissionais do Serviço Diplomático.
TIBIEZA E
INCOMPETÊNCIA NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS
- Pusilanimidade dos
governos, ao cederem às pressões internacionais de
toda ordem, devido ao alinhamento ideológico, razão da
excessiva
condescendência com governos de esquerda, no continente americano e no
mundo (Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Peru, Irã, etc.).
Movidos,
também, por fatores presumíveis, deixam-se,
contraditoriamente, persuadir,
pelos governos que a estes países se opõem. Constata-se um
jogo político
de dupla face, nocivo aos interesses brasileiros.
- Sem nenhum indício
de planejamento e consenso diplomático, visando a
uma sólida defesa da posição geopolítica conquistada pelo
Brasil no
cenário internacional, tornou-se uma constante, no campo político das
decisões, sobreporem os interesses estrangeiros aos
interesses brasileiros.
Fica, assim, constatada a Diplomacia da Generosidade.
- Alguns exemplos dessa prática no continente sul-americano
são a entrega,
indiferente e leniente, da refinaria da Petrobras para a
Bolívia; a revisão
prática do Tratado de Itaipu, com concessões que ultrapassam
os limites da
justeza do Acordo, como o aumento de preço da energia fornecida pelo
Paraguai; os financiamentos favorecidos a Cuba; a
passividade em face dos
abusos de Rafael Correa (Equador) contra a Odebrecht; etc.
SOBERANIA E
INTEGRIDADE NACIONAIS
- Agravos à soberania
nacional pela subordinação da política
governamental a ditames provindos de fontes externas de
poder –
Estados
estrangeiros, agentes econômicos e movimentos
conservacionistas e
ambientalistas – que visam, também, a dificultar o
desenvolvimento do
País. Apoiada por ONG
de inspiração forânea, esta diversidade de agentes
dispõe de total liberdade
de ação em território brasileiro, fato inadmissível
em nações mais desenvolvidas.
- Perigo de perda de
território e de “balcanização” do País, com fatos
concretos de absurdas cessões de propriedade, nas regiões desenvolvidas
do País, para pretensos grupos quilombolas, e, nas
demarcações de extensas
reservas indígenas,
na Amazônia, em áreas fartas de
recursos estratégicos,
raros e de valor inestimável, incluindo, nessa alienação
fundiária , as terras
da União previstas na
CF-88 (Art. 20, § 2.º e Emenda Constitucional
n.º. 23/1999), como “faixa exclusiva de fronteira”.
- A criminosa adesão
à Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas,
abrindo caminho para perigosas reivindicações de
independência política
das terras que
ocupam, com o apoio de algumas instituições religiosas a
serviço de outros governos.
- Tais ações,
conduzidas por organismos internacionais, por ONG de
atividades duvidosas, resultam da antipatriótica
condescendência que tem
marcado as frágeis políticas de governo, contrariando os
legítimos
interesses brasileiros e motivando o surgimento de perigosos
sentimentos
divisionistas.
- Além disso, a
maneira como vem sendo formulada e implementada a
política indigenista, a reboque de pressões externas e de acordos espúrios
firmados por nossa diplomacia, gera conflitos perturbadores
na atividade
econômica, desestabiliza a Federação e fragiliza a plena
soberania
brasileira sobre seu território.
EXPRESSÃO ECONÔMICA
INSEGURA
ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DA ECONOMIA
- Inexistência de um
plano nacional de desenvolvimento, com ausência de
política econômica definida e a consequente falta de
estratégias e diretrizes
correlatas, vinculadas a orçamentos e programas, bem
como de
definição
de responsabilidades pelo seu cumprimento.
- Desnacionalização
da economia por meio da troca por “moeda de papel”
de ativos e bens nacionais, incluindo a absorção ou a perda
de controle
acionário de empresas para entidades alienígenas não
residentes, algumas
estatais.
DEPENDÊNCIA ECONÔMICA
- Declínio da
participação industrial na formação do PIB nacional, devido
ao elevado custo de produção (Custo Brasil); favorecimento
das
importações; pauta de exportações alicerçada em
“commodities” e não em
produtos industrializados; perda da competitividade; excesso de
“consumismo”; contrabando e pirataria.
DESCONTROLE FINANCEIRO
- “Bolha” de crédito
com estímulo à entrada de capital especulativo e com
elevadas taxas de juros (a maior do mundo).
- Valorização
excessiva do mercado imobiliário das
grandes cidades, com
grave risco de falências em bloco, após a copa do Mundo e as
Olimpíadas.
- Crescimento dos
índices inflacionários bem acima dos limites
estabelecidos.
INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA
- Marinha Mercante
inexistente, fato que atenta contra a soberania e a
segurança nacionais, tendo em vista que cerca de 90% do
comércio exterior
do País transita pelo mar. Quase a totalidade dos navios
petroleiros da
FRONAPE são licenciados com terceiras bandeiras, e
oficiais da Marinha
Mercante estão a serviço dos navios da TRANSPETRO.
- Sistema rodoviário
falido, apesar dos bilhões de reais do orçamento do
DNIT, solapados pela desídia e pela corrupção dos
administradores
encarregados dos diferentes modais.
- Crescente demanda
por transporte (terrestre, aquático e aéreo), tanto nas
áreas urbanas quanto interurbanas, poderá levar o País, em
curto e médio
prazos, a um grave estrangulamento logístico de
consequências
imprevisíveis.
- Oferta de energia
elétrica já abaixo da necessidade, sem previsão de
implantação de novas fontes de fornecimento, devido à
incompetência
governamental de gerenciar as obras em andamento.
VULNERABILIDADE DA PRODUÇÃO PETROLÍFERA
- A exploração do
petróleo offshore, em especial a do “pré-sal”, carece,
totalmente, de proteção contra ataques terroristas e de
terceiras potências,
cujas agressões, se efetivadas, poderão paralisar a produção
nacional.
EXPRESSÃO
PSICOSSOCIAL
ENFRAQUECIMENTO DA
SOCIEDADE POR MEIO DA
DECADÊNCIA MORAL
- Destruição do núcleo familiar e distorção do seu
tradicional conceito, com
efeitos nefastos na manutenção dos valores cristãos,
transmitidos às
crianças no lar e que se solidificavam na escola para toda a
vida. Nesse
“moderno” ambiente
familiar, talvez não haja mais lugar
para o
mandamento cristão – Honrar Pai e Mãe.
- Degradação da moral
e da ética, com incentivo à aceitação de
relacionamentos homossexuais, por meio da distribuição pelo
governo, nas
escolas do primeiro grau, de
kits com material para
conhecimento dessa
prática, sob a
denominação de “estímulo ao conhecimento da diversidade
sexual”.
REVISIONISMO HISTÓRICO E DIVISIONISMO RACIAL
- Perda do respeito
aos pais, às instituições, ao patrimônio público, aos
feitos e vultos históricos e aos símbolos da nacionalidade, mediante a
prática de verdadeiro revisionismo histórico. A História do
Brasil tem sido
escrita, segundo a visão marxista de seus autores e, assim,
vem sendo
transmitida às gerações atuais de estudantes.
- Mais de quinhentos
anos da história do País têm sido, simplesmente,
reduzidos ao conflito entre opressores e oprimidos, pobres e
ricos, brancos
e negros, elite européia e índios espoliados. Perdem-se,
pois, os
fundamentos da própria nacionalidade.
- Estímulo ao divisionismo étnico com a implantação das
“cotas raciais”.
- Ódio racial – veneno diariamente inoculado.
- O histórico orgulho
brasileiro da miscigenação exemplar e pacífica cai,
agora, por terra, com a introdução das cotas raciais para
quase todas as
atividades da sociedade, onde se reuniu, de um lado, os
brancos e, do outro,
os pardos ou não brancos (nestes, incluídos os negros, mulatos, índios,
mamelucos, amarelos e outros).
BAIXO NÍVEL DO SISTEMA EDUCACIONAL
- Precariedade do
ensino, tanto intelectual quanto comportamental; seu uso
como instrumento de doutrinação político-partidária e não
como fator de
desenvolvimento individual e social. Não sem razão, o Brasil
de hoje
encontra-se nas últimas posições no Programa Internacional
de Avaliação
de Alunos (PISA).
- Uso da Pedagogia e
da Sociolingüística para fins de doutrinação da
juventude, com deturpação das regras gramaticais e
redacionais, negando-lhe, assim, a cognição, a fim de conduzi-la a um patamar
cultural propício à
sua dominação pelo Estado.
EXPRESSÃO MILITAR
FORÇAS ARMADAS
DESATUALIZADAS E DESPREPARADAS
- Incapacidade de
manter o respeito internacional, de
garantir a soberania
do País e de responder, à altura, a eventuais ameaças
externas, além de
comprometer a integridade nacional, não despertando a
confiança da
comunidade mundial para aceitar o Brasil como membro
permanente do
Conselho de Segurança da ONU.
- Essa mesma
comunidade mundial, por sua vez, exerce influência no
governo brasileiro para que mantenha as Forças Armadas
defasadas e
impotentes para reagir, caso se concretize qualquer ameaça à
integridade
territorial. As peças do jogo de xadrez político são unicamente mexidas
pelos “parceiros” de além-fronteiras.
- Dotações
orçamentárias insuficientes que, ainda, sofrem severos
contingenciamentos rotineiros, que
impedem o reaparelhamento e o
preparo dos meios militares com qualidade e quantidade
adequadas,
cenário agravado por uma humilhante política de achatamento
salarial da
tropa (o mais baixo nível de remuneração do serviço público
federal).
- Uso do argumento de “índole pacífica do povo brasileiro”
para justificar a
criminosa desatenção contra eventuais aventuras belicistas
de gananciosos
agentes externos, ávidos de usufruir dos bens de seu imenso
e rico
território. Acresce-se a este primário argumento outro de
maior peso e que
se evidencia, a cada dia: os países que detêm riquezas
minerais e hídricas,
mas inexistentes, ou em fase de esgotamento, nos demais
países, vêm
sofrendo investidas políticas dessas nações belicistas, no
sentido de
manterem improdutivo o seu parque de material de defesa e
desaparelhadas
as suas Forças Armadas. Se a beligerância não é própria do
brasileiro, tem
sido a característica de dominação de outros povos.
- Esquecem-se esses
que –
“Entre nações não existe amizade, mas, sim,
interesses”, e que “uma nação pode permanecer 100 anos sem
ter uma
guerra, porém, não poderá passar nem um minuto sequer sem
estar para ela
preparada”.
Tentativa de romper a harmonia das Forças Armadas com a
quebra da
hierarquia e da disciplina, pela submissão das punições
disciplinares à
apreciação judicial e pela criação artificial de divisões entre ativos e
inativos e entre oficiais e praças.
- Imposição da
admissibilidade de costumes, práticas e características
individuais incompatíveis com os requisitos indispensáveis
ao bom
desempenho das atividades castrenses.
- Condescendência, no mínimo, ingênua dos chefes militares
pela aceitação
silenciosa de um comportamento gramscista, que lhes impõe
idéias
antagônicas às tradições militares, sob a roupagem camuflada
do
“politicamente correto”. Tal condescendência muito afetará o
ensino militar
brasileiro, que deixará de ser “autóctone” para assimilar
conceitos
perniciosos que serão transferidos aos alunos dos colégios e
das escolas
militares e à própria Nação.
- No campo interno,
ressalta o revanchismo político e a subversão
ideológica, praticados por elementos ligados ao partido
governista,
sistematicamente, direcionados contra as Forças Armadas,
como
instrumento de sua desagregação na sociedade, funcionando
como traição
ao País, com feições de um pouco inteligente suicídio
nacional
EXPRESSÃO CIENTÍFICO-TECNOLÓGICA
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
- Educação não
comprometida com a formação de mão de obra qualificada
nem com o desenvolvimento técnico-científico, gerando um
elevado
número de analfabetos funcionais (20,3%), tornando o País um
eterno
dependente e importador de tecnologia avançada.
- Regras
excessivamente castradoras das
Universidades brasileiras,
impostas pelo governo federal, que dificultam a formação de
doutores e
lhes limitam as ações, o que praticamente inviabiliza a
pesquisa séria e
torna quase impossível a criação e o registro de patentes
nacionais.
SISTEMA BRASILEIRO DE INTELIGÊNCIA (SISBIN)
- Vulnerabilidade a
ataques cibernéticos contra os sistemas informatizados
do País – governamentais, econômicos, políticos,
militares, técnico-científicos, de segurança pública, etc., sem a respectiva
capacidade
tecnológica necessária para se contrapor a tais ações.
- Impossibilidade de
o Estado atuar na produção e na difusão de
conhecimentos indispensáveis ao processo decisório
governamental, devido
às limitações impostas pela própria legislação que o
regulamenta.
CONCLUSÃO
Este documento caracteriza DESESPERADA denúncia ao povo
brasileiro, visando a alertá-lo sobre os perigos que estão
levando o País a
uma situação de instabilidade institucional como, também, de
grave
vulnerabilidade estratégica.
No âmbito interno, foi atingido o grau mais elevado de
corrupção e
de descontrole do poder público, levando a sociedade
brasileira a perder a
confiança nas instituições maiores e ter dúvidas quanto à
efetiva vigência
do Estado de Direito, em nosso Território.
Os poderes Executivo,
Legislativo e Judiciário, sistematicamente,
assumem posições que depõem contra a seriedade no desempenho
de suas
responsabilidades funcionais.
No campo internacional, o planeta demonstra perigosa
fragilidade de
coesão em consequência da insegurança econômica coletiva, que
não
poupa, nem mesmo, as
outrora inexpugnáveis nações. Evidencia-se, ainda,
a instabilidade política epidêmica, com foco no Oriente
Médio,
acompanhada de decorrentes lutas fratricidas.
Assim, a crise do sistema financeiro internacional e a possibilidade
de eclosão de vários conflitos políticos regionais, em face
da atual
insegurança institucional do Estado Brasileiro, poderão
estimular o
recrudescimento da cobiça externa, no sentido de a cúpula
do “governo
mundial” aproveitar a oportunidade da convulsão doméstica,
para antecipar
a execução de seus eternos planos de dominação.
É, pois, fundamental e urgente, que providências objetivas
sejam
ultimadas para interromper o perigoso ciclo descendente na
vida nacional.
Três medidas simultâneas, de caráter emergencial,
destacam-se como
prioritárias para o Brasil, neste momento:
- Limpeza orgânica do
tecido, em franca decomposição, do
Estado
Brasileiro, com a punição dos corruptos e irresponsáveis do
poder público,
e a adoção de comportamento restritivo e vigilante que atue
nos pontos
críticos desse verdadeiro caos social.
- Elaboração de
objetivo programa de reequipamento militar, de
modo a conferir, em prazos curtos, real efeito dissuasório
para as Forças
Armadas, no contexto internacional.
- Atitude enérgica do
Povo Brasileiro para protestar, por meio de
manifestações coletivas e contínuas a se realizarem em todos os pontos do
País, a fim de exigir das autoridades governamentais a
correção de todas as
ameaças ao Estado Democrático de Direito, denunciadas neste
documento.
Rio de Janeiro, 7 de setembro de 2011
Ivan Frota
Presidente









