Reconstrução da brasilidade

A Soberania Nacional à globalização do crime, seguranças pública e privada, e a reforma penitenciária

Globalização do Crime

O Desafio do Próximo Milênio

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Educação : Formatura de DIREITO em SC - IMPERDÍVEL


CONSTITUIÇÃO CIDADÃ?




(por Maynard Marques de Santa Rosa)

“... Na Constituição de 1988 ... (estão) as sementes para desviar o
Brasil dos seus destinos e criar o ambiente propício à destruição ... para minar
a moral e a ética nacionais, permitir agravos inaceitáveis à soberania, a
interferência externa ... e o assalto ao poder” (Vice-Alte Sergio Tasso Vásquez
de Aquino).
Tem razão o Alte Aquino. Na Constituinte de 1988, a maré revanchista
teve impulso suficiente para superar o dique do “Centrão” e alagar a Carta
Magna com preceitos que a tornaram inadequada à gestão pública e leniente
para com os malfeitos políticos.
O clima da época pode ser deduzido pelo discurso de um deputado
pernambucano que, do plenário da Câmara, propôs a dissolução das Forças
Armadas.
O maior impacto ocorreu no campo da Segurança. A Segurança
Nacional ficou reduzida ao conceito mais restrito de Defesa. O Conselho de
Segurança Nacional foi extinto e, com ele, o controle das instituições militares
sobre o território. O assessoramento estratégico-militar foi suprimido em
importantes assuntos que afetam a soberania nacional. O Art. 142 omitiu o
“poder de polícia” das Forças Armadas, retirando-lhes a autonomia para
cooperar na segurança pública. Com isso, politizou emprego de tropa na
garantia da lei e da ordem, sujeitando-o à requisição dos Poderes
Constitucionais, sob a égide do Executivo.
O Art. 144 foi crivado pelo patrulhamento de toda repressão legal,
limitando-se a eficácia das polícias e contribuindo para a sensação de
impunidade. Não há como abstrair-se a relação entre o desamparo legal do
setor e a situação atual de insegurança.
Não obstante, foi o Art. 5º, tido como “cláusula pétrea”, o mais fecundo
em conteúdo anarquista. O inciso XVII proclama que: “É plena a liberdade de
associação para fins lícitos”; e o inciso XVIII: “A criação de associações
independe de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu
funcionamento”. Assim redigido, legalizavam-se os “aparelhos subversivos” que
haviam sofrido o peso da repressão, durante o regime militar.
Não há legislação estrangeira que tenha estendido a liberalização a esse
limite. Daí, a proliferação de ONG`s no Brasil, cujo número é estimado em 500
mil. Posteriormente, a regulamentação das OSCIP`s – Organizações da 2
Sociedade Civil de Interesse Público – veio permitir o uso de dinheiro público
em suas atividades, sem que haja mecanismos de controle adequados.
Outras proposições, embutidas nos Art. 216 e 231, criaram a base legal
para a atual política etnocrática que divide a sociedade brasileira. Pela primeira
vez, desde 1824, alterou-se o preceito de integração do índio à comunhão
nacional, legado pelo Marquês de Pombal no Diretório do Regimento dos
Índios, de 1755; e ressuscitou-se a denotação de quilombola, que jazia na
memória do século XIX.
Ao contrário dos jacobinos franceses, que simplificaram a gestão pública
no século XVIII, os constituintes de 1988 preocuparam-se em hipertrofiar as
atribuições dos órgãos de controle da Administração, e ainda inseriram uma
matriz de legislação ambiental que burocratiza e onera a atividade produtiva.
E foi dessa forma, sob a garantia de amplos direitos individuais e das
minorias, sem contrapartida nos respectivos deveres, que o populismo
prosperou, estimulando a dependência estatal, institucionalizando o privilégio e
fazendo florescer o mercado eleitoral.
O povo, intoxicado por sugestões “politicamente corretas”, tornou-se
passivo e inerte. Os valores patrióticos, a dignidade, o pudor e a solidariedade
caíram em desuso. As manifestações públicas só acontecem, se tangidas por
um comando midiático. O País vai perdendo a identidade coletiva.
O indicador mais notório da degradação está nos autos do processo do
“mensalão”. O ministro Celso de Melo chamou a cúpula política de “uma
sociedade de delinquentes, cujas práticas criminosas constituíram grave
atentado à ordem democrática”. O presidente do STF, ministro Ayres Brito,
considerou que a ação “bem caracterizava uma quadrilha”. E o ministro
Joaquim Barbosa considerou o crime como “pecuniarização da prática política”.
A explicação desse fenômeno está contida no preâmbulo do PNDH-3
(3º Plano Nacional de Direitos Humanos). A afasia das consciências é obtida
pela propaganda para formação da opinião pública, conjugada com a ação de
base dos “movimentos sociais” – um eufemismo adotado para qualificar as
“organizações-não-governamentais” ou “aparelhos privados de hegemonia de
Gramsci”, destinados à subversão dos costumes. Nas palavras do sociólogo
Betinho, “As ONG’s transitam no campo das ideias e se propõem a ser motoras
de mudanças políticas e sociais”.
A vida ensina que toda regra social imposta, sem a adesão da
consciência, vira hipocrisia. E a vivência em um cenário hipócrita leva à
esquizofrenia coletiva, ensejando violência e insegurança. 3
Portanto, é preciso mudar de rumo e reeducar o povo.  E a melhor
didática para o ensino de ética é o exemplo, que começa na família e termina
no governo; fazendo despertar a consciência de que não existe alternativa ao
crescimento social fora do trabalho e do mérito. Vem de Einstein a advertência
de que “O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”.
A “desintoxicação” nacional implicará, necessariamente, uma reforma da
Constituição que permita ao Estado de direito recuperar o seu legítimo direito
de defesa e que torne viável a gestão, desatando o setor público.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

POLÍCIA E POLÍTICA



POLÍCIA  E  POLÍTICA
                                                           João Carlos Berka


            Polícia
            ( Titãs)

            Dizem que ela existe
            Prá ajudar !

            Dizem que ela existe
            Prá proteger !

            Eu sei que ela pode
            Te parar !

            Eu sei que ela pode
            Te prender!

            Polícia
            Prá quem precisa
            Polícia !
            Prá quem precisa
            De Polícia !  (2 x)

             Dizem prá você
            Obedecer !

            Dizem prá você
            Responder !

            Dizem prá você
            Cooperar!

            Dizem prá você
            Respeitar !

            Polícia!
            Prá quem precisa
            Polícia !
            Prá quem precisa
            De Polícia !  ( 2 x)



O PT, o Partido dos Trabalhadores, desfalcado de suas lideranças intelectuais que construíram a agremiação política, por desencanto ou contrariedade com os rumos ditados pelos espertalhões que se assenhorearam da sigla, faz uma releitura oportunista de LOUIS ALTHUSSER, quanto aos conceitos de Aparelhos Ideológicos do Estado e Aparelho Repressivo do Estado.

No poder, transformam Polícia, de ente de Estado, em atividade de Governo. Guarda Pretoriana dos governantes. 


A música dos Titãs, POLÍCIA, remete ao inconsciente coletivo de militantes e dirigentes de esquerda, tanto os perseguidos pelos regimes que antecederam, como a fauna e flora dos falsos idealistas, dos oportunistas, dos adesistas, dos anarquistas e outros istas que pululam nas hostes que aparelhou o Estado e Governo Brasileiro. 



Os que foram presos, os que foram perseguidos, foram maltratados e/ou torturados nos calabouços do regime ditatorial, bem como os mitômanos e calabares , têm dificuldade de lidar com as Instituições de Segurança e Inteligência. Veem como inimigos e possíveis algozes.
Mas, seria limitar, em muito, o espectro dos adversários e inimigos das instituições mencionadas.
Estudos realizados  por entidades de Ensino e Pesquisa britânicas e norte-americanas, chegaram a um resultado interessante sobre os desvios de condutas categorizados como ilicitudes, em diversos níveis. A saber :  

Qualquer aglomerado ou segmento humano apresenta, o seguinte –

 - 25 % do total de elementos do grupo, cometem, SEMPRE, algum tipo de ilicitude, seja uma desonestidade funcional, uma fraude ou crimes expressivos ;

 -  25 %  do total de elementos do mesmo grupo, não comete NUNCA, nenhum tipo de irregularidade, desvio de conduta ou desonestidade;

-   e  50%  do mesmo grupo, COMETE ou NÃO, ilicitudes, de acordo com a efetividade ou frouxidão de controles.

Assim, sociopatas ou psicopatas, hoje cognominados perversos, “a priori” são inimigos destas instituições. Enxergam-nas como cerceadoras de liberdades, e para muitos, obstáculos ao seu modus-operandi, seu “animus delinquenti “. Adeptos fervorosos do laissez-faire, laissez-passè .
No poder, aparelham estas instituições para usufruto partidário, como instrumento de manipulação política. Primeiro, junto às entidades de classe, depois, despudoradamente na utilização dos modernos pelegos ! Então, a Polícia Civil e Militar dos Estados, passa a ser a polícia do governadores;  a Polícia Federal e ABIN, passam a ser ferramentas do PT.

Esta leitura, realista e sincera, não exclui uma grande maioria dos membros das corporações, constituídas de elementos sérios, profissionais e vocacionados. Não obstante, em razão das estruturas destes órgãos, ficam em razão de Disciplina e Hierarquia, de mãos atadas. Raramente, verifica-se uma insubordinação diante de uma ordem manifestamente ilícita, ilegal e antiética.
Muitos acomodam-se e aplastados, dedicam-se a tocar suas vidas profissionais burocráticamen
te.

Há dias atrás, o Brigadeiro José Carlos Pereira, insigne comandante militar da Aeronáutica, dono de vasto currículo e ex-presidente da INFRAERO, instou-me, em seu Blog (jotacarlos.com.br) que eu escrevesse sobre o tema de seu texto, MORTES ESTRANHAS.

Os recentes movimentos paredistas no Serviço Público, entre os quais a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, bem como o crescendo da insegurança nas urbes brasileiras, inspiraram-me a tecer considerações sobre o tema.

Dona DILMA e seu governo estão com as barbas de molho. O PT está colhendo o que semeou. Durante anos se infiltraram e aparelharam os movimentos sindicais, mormente os ligados as categorias dos servidores públicos e, hoje, estão provando do próprio veneno.
Mas nada disso deve causar espécie, pois está coerente com a práxis deste partido anarco-oportunista. 


Em sua gênese, pregavam a expropriação dos bens dos capitalistas para a causa revolucionária, hoje a “mão-grande” pura e simples, mesmo mascarada de finalidades partidárias, vai para o bolso dos espertalhões da vez, dos companheiros, que atestam o dito popular de que “quem nunca viu mel, quando vê se lambuza!”

Mas não somente os movimentos paredistas e as mortes de policiais me preocupam.
Sendo notória a insensatez e falta de desconfiômetro das lideranças petistas, que originam iniciativas surrealistas do tipo de aspirarem vaga no Conselho da ONU, abrigarem eventos internacionais importantíssimos, como Copa, Olimpíadas etc, quando não sabem cuidar da própria casa, quando ignoram solenemente os atributos de nossa Soberania, quando são insensíveis a matança de brasileiros por brasileiros, quando deletam das políticas públicas o combate ao crime organizado, quando ignoram a delinquência aplastante que estupra milhares de mulheres brasileiras, lavando as mãos com uma Lei Maria da Penha  e finalmente, ignoram a hecatombe do Sistema Penitenciário.
 Isso para não falar no inócuo combate ao crime organizado, que tonitrua no caso Carlos Cachoeira e poupa Daniel Dantas, as teles, os bancos e os quadrilheiros do Mensalão, os aloprados, bem como as gangues consorciadas e lideradas por Sarnei, Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Gim Argelo, Edson Lobão, et cataerva...
 
Recentemente o Coronel  José Ori Dolvin , ex-comandante do Quartel General do Exército, em Brasília e um dos maiores estudiosos do tema Segurança e Terrorismo, preocupado com a preparação das forças de Segurança e Unidades de Inteligência para os mega eventos já pautados para o país, idealizou e está mobilizando entidades públicas e privadas para o EICSITEncontro Internacional de Capacitação em Segurança, Inteligência e Tecnologia, evento a ser realizado em Brasília, nos dias 4,5 e 6 de março do ano vindouro.  Serão três palestras com experts internacionais e dezessete cursos ministrados por especialistas nacionais e estrangeiros, tendo como público-alvo, as Polícias Civis e Militares dos estados, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Nacional, a Força Nacional, a Receita Federal, a Infraero e a Imprensa.

A preocupação do Coronel Dolvin e de muitos profissionais brasileiros de Segurança com os eventos que se avizinham, bem como o crescimento vertiginoso da criminalidade, demandam iniciativas sérias, não somente conjunturais e oportunísticas, mas uma verdadeira revolução das áreas de Segurança e Inteligência.

Pessoalmente estou pessimista com os cenários que se descortinam: não acredito haver vontade política nem autoridade moral nos companheiros,  para implementarem as medidas que se fazem necessárias.

Antes, porém, gostaria de refletir sobre as injunções entre Polícia e Política, não sob o aspecto doutrinário e/ou ideológico, mas a prática quotidiana dentro do cenário nacional e as influências externas, violadoras de nossa Soberania e de nossa Auto-determinação. 

É meu entendimento que as matrizes da Violência em nosso país são basicamente três :
1.      a Delinquência comum, fruto da exclusão social, da favelização de nossas urbes, do modelo econômico embasado num capitalismo selvagem, caudatário de uma globalização  enganadora que agudiza conflitos e gera instabilidades;

2.      o Crime Organizado, autóctone ou internacional, cujos tentáculos atingem todos os segmentos da Sociedade, e sub-reptíciamente ameaça instituições e permeia os diversos níveis do Poder Político;
3.      A influência externa, ideológica ou econômica, que intenta atuações geo-políticas, na busca incessante da manutenção dos blocos econômicos e de um neo-colonialismo.

A historiadora e pesquisadora norte-americana, MARTHA K. HUGGINS, com extensa passagem nos meios acadêmicos brasileiros, acessou por força do Freedon of Information Act – FOIA (Lei de Liberdade de Informação) à Biblioteca do Congresso Norte-americano, aos arquivos da CIA, do Departamento de Estado e como resultado produziu o livro POLÍCIA, POLÍTICA – RELAÇÕES ESTADOS UNIDOS/ AMÉRICA LATINA.

Nele faz alentada análise sobre como o binômio Segurança & Inteligência nos países sul-americanos foram influenciados, quando não tangidos pelos ditames de Washington.

De acordo com a autora, que apresentou esta tese tanto no Brasil, quanto nos EUA, com provas documentais nunca questionadas ou negadas pelos governos envolvidos, na década de 50, o WAR COLLEGE  engendrou a Doutrina de Segurança Nacional, polia de transmissão do Departamento de Estado Americano para os Exércitos Latinos. Foi a era do combate a ameaça comunista.

Ainda segundo M.K. Huggins, na década de 70 iniciou-se o amancebamento das polícias sul-americanas com o DEA – DRUG ENFORCEMENT AGENCY, a agência federal norte-americana de combate às drogas, muitas vezes fachada de atividades encobertas da CIA, o Serviço de Espionagem Americano.  Foi a fase do combate mundial ao narcotráfico. Através de acordos bilaterais, o DEA repassava verbas para as polícias sul-americanas, e estas, em troca, permitiam a atuação dos agentes americanos em seu território, o compartilhamento de informações e muitas vezes, uma velada subordinação a interesses externos. Nem sempre o que norteava esta parceria era o combate às drogas. Muitas vezes, era espionagem pura e simples.

No limiar da década de 90, foi a fase do combate mundial ao terrorismo. Então, a CIA – CENTRAL INTELLIGENCE AGENCY, atrelar os serviços de inteligência sul-americanos, para ombrearem na luta anti-terrorista. De lá para cá foi a fase da forçação de barra, o Plano Colômbia para combate às FARCs, a instalação de bases implementadas pelo COMANDO SUL, norte-americano, sob a capa de programas de ajuda para catástrofes ou emergências. Assim evitam que tais violações de soberania destes países, tenham o escrutínio de seus congressos. Hoje, o COMANDO SUL norte-americano possui bases no Paraguai, El Salvador, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Panamá, Colômbia, Perú e em fase de instalação, na região de El Chaco, Argentina e em Valparaíso, no Chile. Estas instalações militares e de Inteligência, são chamadas eufemísticamente de DESLOCAMENTO OPERATIVO DE SEGURANÇA.

Voltando ao PT e sua ótica míope sobre SOBERANIA e SEGURANÇA :
A bem da verdade, o PT não é, nem foi o único partido no Poder a tratar o assunto com desleixo ou de maneira omissa. Os sucessivos governos brasileiros, sejam da União ou dos Estados, nos últimos vinte anos, reagiram espasmodicamente aos desafios da crescente insegurança no país.
Quando do evento do ÔNIBUS 174, no Rio de Janeiro, Fernando Henrique Cardoso, lançou o PLANO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA. Não deu em nada. Eram uma série de medidas desconexas, elucubradas no Palácio, sem embasamento com a realidade . 

No início do Governo LULA, o sociólogo LUIS FERNANDO SOARES, coordenou a feitura do PLANO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA E CIDADANIA, que apesar de constituir-se, sob o ponto de vista teórico um bom apanhado de boas intenções, colidia com os interesses secretos dos companheiros.

Não era para valer. Perguntem ao próprio Luis Eduardo Soares.
Senão, como operariam, marginalmente, JOSÉ DIRCEU, WALDOMIRO DINIZ, DELÚBIO SOARES, JOSÉ GENOINO e outros, aloprados, ou não ?
Como manter os compromissos com os meliantes do MST?

Como manter a desejada governabilidade, com os repudiados de ontem, gente do quilate de SARNEY, EUNÍCIO OLIVEIRA, JADER BARBALHO, PAULO MALUF, GIM ARGELO, EDSON LOBÃO e outros tantos, pelo Brasil a fora?

Como inserir-se no contexto das nações desenvolvidas, sem concessões externas, espúrias e indecentes, mesmo que atentatórias à nossa Soberania? Como não permitir o passeio airoso dos agentes de serviços de espionagem americano e francês, em solo pátrio, conspurcando nossos Serviços de Segurança e Inteligência, sem serem acusados de acumpliciados de CHAVES, CASTRO, et cataerva?

Como buscarem liquidez financeira para seus projetos ocultos, sem se envolverem com CARLINHOS CACHOEIRA, bicheiros do Rio,  pessoal de Las Vegas e Atlantic City?
Como governarem o entorno da Grande São Paulo, sem a ajuda do PCC?
Enfim, não daria certo e não deu!

As sucessivas iniciativas canhestras na área de Segurança Pública, como a criação da FORÇA NACIONAL, as tentativas de união das PMs com as Polícias Civis, a compra de Vants, as centenas de Operações, curiosamente nominadas, da Polícia Federal, a explosão do Sistema Carcerário,  o aumento desmesurado do crime em todo território nacional, tudo, demonstra, que esse pessoal não tem compromisso com a Nacionalidade. Com aquilo que constitui-se um Direito inalienável do Povo : SEGURANÇA.

Não acredito que nada de bom nesta área possa ser produzido por DONA DILMA e asseclas. Não é sua praia:  sempre prosperaram em meio à desorganização social e às crises, fabricadas ou não.
Mas acredito, firmemente, que esta gente, também passará. Até por inércia, este grande País, acompanhará o desenvolvimento internacional.
Acredito nas novas gerações. Gente idealista que chega ao mercado de trabalho, não só movida a interesse pecuniário, mas também, buscando realização profissional e humana.
Gente que ingressa nas Academias Militares e Policiais, para serem os SERVIDORES POR EXCELÊNCIA!

Gente que não irá servir de bucha de canhão para projetos cretinos que atentem contra a Soberania Nacional. Gente, que ao tornar-se Agente do Poder Público, não esquece que quem lhe paga os salários, nem do compromisso com seu Povo.
 Acredito nos jovens. Naqueles que, dia a dia, estão ocupando seus espaços na POLÍCIA FEDERAL, no MINISTÉRIO PÚBLICO, na JUSTIÇA, nos quarteis e delegacias.

Gente que irá desempenhar seus misteres com vocacionamento e compromisso pátrio.
Acredito nos jovens.
Naqueles que não sucumbirão ao canto da sereia de vetustos corruptos e corruptores.
Acredito nestes que já prenunciam uma nova alvorada para o Brasil. Nestes que desencadearam a Operação Las Vegas, o desmonte do Mensalão.
Nestes cujo único chefe é o POVO BRASILEIRO.
Gente que nunca irá trabalhar para bicheiro, partido político ou Serviço de Espionagem Estrangeiro.
Acredito nos Íntegros. Eles fazem a diferença.
 Eles farão a MUDANÇA!